Cheguei a uma conclusão.
Eu sou uma sombra.
Como escrevi num comentário hoje, no blog do Pedro, o de Assis:
"Eu sou uma total intrometida. Como deve saber, e já deveria ter sabido pro seu próprio bem: eu sou uma sombra. Eu fico vagando por aí, vigiando e velando pelos que devem ser velados.
É, algo tipo isso. Eu desapareci, mas continuo vendo você e essas burradas que escreve no seu blog. Pense nisso."
Foi o que escrevi.
Ele falava sobre as coisas que deixou de fazer, como comer, escrever, desenhar...
Nao, pra mim, assim como eu fiz um dia, ele deixou de viver. Encontrou o Pedro antigo, como ele mesmo disse, o que era triste.
Isso me lembrou da teoria das Crianças Índigo na Terra, que eu e Bonnie estávamos conversando um dia. Me fez lembrar da parte da história, que relata a "escolha" das pessoas que eles iriam levar.
Mais informaçoes: http://www.flordavida.com.br/HTML/indigo.html
É uma teoria fascinante... pretendo colocar um post sobre isso aqui mais tarde....
Enfim, segundo a história, essas crianças iriam andar pelo mundo pegando algumas pessoas de alma pura, e salvando-as das mudanças do mundo (porque segundo tal teoria, o mundo nao acaba, e sim passa por uma incrível mudança).
Achei curioso eu ter falado isso da sombra pro Pedro, porque muito antes da gente se conhecer de verdade, começar a se falar... Eu já via o blog dele, dos amigos dele (que escrevem muito bem) e por isso acabei por fazer mais amizades do que só a dele próprio. Mas perdi o contato com todas elas.... Ainda guardo os MSN antigos.
Acho que herdei um pouco dessa coisa de fuxicar a vida dos outros...
Nao, eu nao diria que eu fuxico, eu velo.
Já perdi muitas amizades nessa vida, mas eu preso pelas pessoas que um dia já se dignaram a me estender a mão.
Posso só ter 14 anos, mas durante os rituais por exemplo, eu encarno a velha sábia, e sigo com os ensinamentos dela pra minha vida. Eu nunca tive 14 anos. Melhor... tive sim, há uns 3 anos atrás.
Eu aprendi o valor de muitas coisas imateriais com muito esforço e sofrimento interno, sempre fazendo uma tremenda força para não deixar tais sofrimentos aparentes.
Não estou aqui para me divinar, me tornar santa, falar que sofri que nem as mulheres da inquisição ou mesmo as que procuram comida no lixão.
Estou aqui pra dizer como foi bom passar por isso tudo e perceber que fui forte o bastante pra suportar. Estou aqui pra falar como é bom perceber que tudo se interliga.
Como por exemplo, queridos leitores da Saga JxJ, Entre sonhos e Realidade: foi por isso que tudo começou.
A história da Julia não é a minha história. Quem dera fosse, quem dera não fosse. Mas foi a partir dos meus momentos de epifania que ela surgiu, e foi graças a ela que meus momentos de epifania sumiram. Por isso digo que ela sempre foi miúda, baixinha, muito criança, mas foi amadurecendo com o tempo.
Como é bom saber que tudo isso acabou.
Eu gostaria que assim como eu tento velar por aqueles que pensaram em mim um dia, eles também velassem por mim. Mas isso é uma escolha minha, eu sei quais são as conseqüências.
Porque estou escrevendo isso?
Eu sou uma sombra.
Como escrevi num comentário hoje, no blog do Pedro, o de Assis:
"Eu sou uma total intrometida. Como deve saber, e já deveria ter sabido pro seu próprio bem: eu sou uma sombra. Eu fico vagando por aí, vigiando e velando pelos que devem ser velados.
É, algo tipo isso. Eu desapareci, mas continuo vendo você e essas burradas que escreve no seu blog. Pense nisso."
Foi o que escrevi.
Ele falava sobre as coisas que deixou de fazer, como comer, escrever, desenhar...
Nao, pra mim, assim como eu fiz um dia, ele deixou de viver. Encontrou o Pedro antigo, como ele mesmo disse, o que era triste.
Isso me lembrou da teoria das Crianças Índigo na Terra, que eu e Bonnie estávamos conversando um dia. Me fez lembrar da parte da história, que relata a "escolha" das pessoas que eles iriam levar.
Mais informaçoes: http://www.flordavida.com.br/HTML/indigo.html
É uma teoria fascinante... pretendo colocar um post sobre isso aqui mais tarde....
Enfim, segundo a história, essas crianças iriam andar pelo mundo pegando algumas pessoas de alma pura, e salvando-as das mudanças do mundo (porque segundo tal teoria, o mundo nao acaba, e sim passa por uma incrível mudança).
Achei curioso eu ter falado isso da sombra pro Pedro, porque muito antes da gente se conhecer de verdade, começar a se falar... Eu já via o blog dele, dos amigos dele (que escrevem muito bem) e por isso acabei por fazer mais amizades do que só a dele próprio. Mas perdi o contato com todas elas.... Ainda guardo os MSN antigos.
Acho que herdei um pouco dessa coisa de fuxicar a vida dos outros...
Nao, eu nao diria que eu fuxico, eu velo.
Já perdi muitas amizades nessa vida, mas eu preso pelas pessoas que um dia já se dignaram a me estender a mão.
Posso só ter 14 anos, mas durante os rituais por exemplo, eu encarno a velha sábia, e sigo com os ensinamentos dela pra minha vida. Eu nunca tive 14 anos. Melhor... tive sim, há uns 3 anos atrás.
Eu aprendi o valor de muitas coisas imateriais com muito esforço e sofrimento interno, sempre fazendo uma tremenda força para não deixar tais sofrimentos aparentes.
Não estou aqui para me divinar, me tornar santa, falar que sofri que nem as mulheres da inquisição ou mesmo as que procuram comida no lixão.
Estou aqui pra dizer como foi bom passar por isso tudo e perceber que fui forte o bastante pra suportar. Estou aqui pra falar como é bom perceber que tudo se interliga.
Como por exemplo, queridos leitores da Saga JxJ, Entre sonhos e Realidade: foi por isso que tudo começou.
A história da Julia não é a minha história. Quem dera fosse, quem dera não fosse. Mas foi a partir dos meus momentos de epifania que ela surgiu, e foi graças a ela que meus momentos de epifania sumiram. Por isso digo que ela sempre foi miúda, baixinha, muito criança, mas foi amadurecendo com o tempo.
Como é bom saber que tudo isso acabou.
Eu gostaria que assim como eu tento velar por aqueles que pensaram em mim um dia, eles também velassem por mim. Mas isso é uma escolha minha, eu sei quais são as conseqüências.
Porque estou escrevendo isso?
eu velo por vc stella.
ResponderExcluirobrigada Iris, digo o mesmo a seu respeito
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